quinta-feira, 28 de julho de 2011

Reutilizar, reciclar, REINVENTAR É PRECISO

    Pesquisas de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro em parceria com o Instituto  Alberto Luiz Coimbra de Pós- graduação revelaram a combinação dos resíduos cerâmicos, das cinzas da casca de arroz e do bagaço da cana  na fabricação do concreto "sustentável", que mesmo assim apresentou menor concentração de cimento.
     As cinzas do bagaço e da casca de arroz são ricas em sílica amorfa e por isso podem reagir em temperatura ambiente com o hidróxido de cálcio ou cal hidratada para serem usada de forma benéfica no concreto. O resultado apresentado designou o termo concreto de baixo impacto ecológico já que as expectativas realmente foram correspondidas.
    É um marco para o meio ambiente e o ramo da construção que poderá diminuir a emissão de dióxido de carbono na atmosfera além da preocupação com a natureza já que o uso do concreto é o material de construção mais utilizado universalmente. A indústria do cimento contribue com a porcentagem de 5 a 7% das emissões de carbono no mundo devido a reação química da calcinação da calcita em óxido de cálcio (CaCO3 -> CaO + CO2). 
     Segundo o professor da Coppe, Romildo Toledo, existem diversas alternativas para a redução dos impactos como a cinza volante, a escória de alto forno, a sílica ativa e as argilas calcinadas que por serem abundantes e de fácil obtenção possuem também considerável potencial de utilização.

Fonte:http//www.redeglobo.globo.com/globouniversidade
     No Brasil, em 2010, foram produzidos cerca de 55 milhões de toneladas de cimento que resultaram em 38,5 milhões de toneladas de CO2. Reinventar é preciso.

sábado, 23 de julho de 2011

Mecânica dos solos, aplicação das técnicas de engenharia

    O solo é de extrema importância para obra, pois no início da construção pode influenciar nos problemas futuros e por precaução já resolve-los. Ele é originado das rochas que se formam na crosta terrestre devido aos agentes de intemperismo como a água, o vento, as variações de temperatura, a fauna e flora presentes no local e também originado pelos agentes erosivos que transportam a matéria.
      
O solo é constituido por ar, líquido e diversos sólidos.
      O solo mais arenoso e com menor concentração de água  é considerado pelos especialista um solo bom, diferente dos solos ruins que são argilosos e retem mais água tornando a obra mais instável. Com a tecnologia e as pesquisas na área, o solo ruim pode ser modificado com um levantamento antecipado para ajudar no método quando for construir.
    Segundo o professor de Engenharia Civil da Universidade do Rio de Janeiro, Marcio Almeida, a combinação da investigação técnica no campo e no laboratório dão melhores perspectivas sobre a edificação: o custo ,a melhor técnica, o assentamento do solo, inclusive após o trabalho. Ele explica que o jeito mais simples de saber onde se encontram os solos bons é observar onde estam as construções mais antigas, pois as áreas piores vão ficando para serem tratadas mais futuramente.
    Um exemplo para solo ruim é aplicado para a Vila do Pan no Rio de Janeiro, numa área extremamente complicada foi necessário aterrar para acertar o terreno que desceu e provocava alagamento. O aterro é aplicado  em obras como ruas e campos de futebol por não possuírem fundação profunda.
      No local, os primeiros passos da investigação se dam com sensores para tirar as medidas das espessuras das camadas do solo e a sua composição, sendo usados posteriormente nos cálculos da resistência do solo.
     Com os dados em mãos, os engenheiros se concentram nos laboratórios, onde fazem vários ensaios até conseguirem alcançar com precisão a análise completa do solo. Pelo resultado, será modelado o projeto de construção, paisagismo e urbanização. 
      Existem diversas técnicas para nivelar um terreno antes de construir porém encarece o trabalho. É muito importante acompanhar o desempenho do solo às intervenções feitas para comprovar se foram eficazes, afirma Marcio Almeida. Quando se escolher o terreno, escolha o que possue o solo melhor porque influenciará no custo da obra.
      

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Orçamento de obras

      Para se iniciar o orçamento da obra, o modo de cálculo de custo segue a base do Custo Unitário Básico da Construção que é dado por R$/m² em uma planilha. Após a aprovação dos projetos, é feito um levantamento de quantitativos a serem executados, o tipo, metro linear de fundação com m³ de concreto, m² de contrapiso, m² de parede, m² de laje (piso ou forro), entre outros de acordo com a tabela convencional de Preços e Consumo.
      Denominado como o Custo orçamentário pré-obra, onde foi planejado o cronograma físico e financeiro determinando quanto e quando se gastará. O cronograma é devidamente acompanhando para que só realiza gastos mensurados, ou seja, só os gastos planejados. Ao término, é contabilizado o real custo da obra e a avaliação de todo o projeto.
      A remuneração do profissional dos cálculos de orçamento de obras, a Rede Nacional de Orçamentistas estebelece que seu esforço devfem ser função do tipo de construção, preço da obra e prazo de entrega.

Preço da Obra
Obras de Edificações
 Obras de Terra Construção Pesada Transportes Momtagens  Instalações Reformas   Decorações
R$ R$ R$R$ R$ R$ R$
abaixo de 10 mil100,00 150,00- 262,50 120,00 270,00
10.000
100,00 150,00- 262,50 120,00 270,00
20.000 200,00 300,00- 525,00 240,00 540,00
30.000 300,00 450,00-787,50  360,00 810,00
50.000400,00 600,00- 1.050,00 480,001.080,00
100.000 800,00 1.200,00 1.600,00 2.100,00 960,00 2.160,00
200.000 1.200,001.800,00 2.400,00 3.150,001.440,00 3.240,00
500.000 3.000,00 4.500,00 6.000,00 7.875,00 3.600,00-
1.000.000 4000,006.000,00 8.000,00 10.500,004.800,00-
2.000.000 8.000,00 12.000,00 16.000,00 21.000,00 9.600,00-
5.000.000 10.000,00 15.000,00 20.000,00 26.250.0012.000,00 -
10.000.000 20.000,00 30.000,00 40.000,00---
20.000.000 30.000,00 45.000,00 60.000,00---
30.000.000 45.000,00 67.500,00 90.000,00---
50.000.000 50.000,00 75.000,00 100.000,00---
100.000.000 100.000,00 150.000,00 200.000,00---
acima de 100 milhões 100.000,00 150.000,00 200.000,00         -

                                 Fonte: http://www.orcamentodeobras.com.br/

 
      De acordo com a tabela, foram agrupados os diferentes tipos de obras:

   Obras de terra:  terraplanagem, pavimentação, vias urbanas, rodovias, aeroportos, portos e açudes.

   Obras de edificação: construções prediais, pontes, estruturas de concreto e viadutos.

   Construção pesada: mineração, barragens, escavação em solos e rochas.

   Transportes : Caminhão (basculantes, carroceria, tanque), Transporte Liquido / Gás (a frio, a quente), “Off Road”, motoscraper, mototrail.

    Montagens / Instalações : instalações prediais, estruturas (metálicas / madeira), dutos (líquido / gas), abastecimento, saneamento, eletrificação.

     Reformas / Decorações : residências, reformas, decoração, pequenas obras.


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Desciclopédia da engenharia

     A desciclopédia é basicamente o que se entende por conteúdo livre, na qual  pode-se colaborar escrevendo sobre o que quiser.
     Encontrei muitos artigos criativos e decidi dividi-los com vocês. Afinal também tenho senso de humor. : )
      Ps: Contéudo forte, alguns textos cortados.
   
 
    " Eu tentei ser engenheiro e não consegui."
     O cara que escreveu esse artigo.
       Olá, Oompa Loompas da Ciência! "
     Dr. Sheldon Cooper cumprimentando engenheiros. 
        "Reforma-se abadás!"
     Engenheiro Têxtil 
        " Eu faço engenharia de Energia."
     Futuro engenheiro quando questionado a respeito do curso.
     "  Não. Você faz Engenharia Elétrica, Engenharia de Energia não existe."
     Ignorante sobre comentário acima. 
       "O quê?!??! Isso existe?!?"
     Burro sobre engenheira física/de automação/de energia... 
      "Ah ta... E o que faz essa engenharia?"
     Burro, ainda não satisfeito com a resposta, sobre engenheira física/de automação/de energia... 
      "Gafanhoto, derivar é que nem fritar pastel: de tanto fazer uma hora você aprende!" 
    Sr. Miyagi sobre a lição de Cálculo
      "Engenharia é a arte de complicar uma conta de 1+1 e torná-la sem resultado e transformar um elefante num ponto a fim de simplificar um cálculo."
     Engenheiro sobre explicando o que é engenharia para um filósofo
      "É Engenheiro Eletricista,:@. Se fosse elétrico eu dava curto ao sair na chuva!"
     Engenheiro Eletricista sobre Ignorante que diz "Engenheiro Elétrico
     " É Engenheiro de Energia, :@. Se fosse energético trabalhava no Red Bull"
    Engenheiro de Energia sobre ignorante que diz Engenheiro Energético.
     "Tem engenharia pra tudo, então vou ser um engenheiro de merda!"
    Engenheiro SANITÁRIO sobre sua escolha.






  O Curso
    Durante o curso os alunos são submetidos a diversas torturas medievais, tais como provas de tabuada do 37; derivar e integrar funções; estudar coordenadas esféricas, espaços vetorias euclidianos, equações diferencias de segunda ordem e ordem n, vetores gradientes, Exercícios-Programas impossíveis de C++ e Fortran, Transformadas de Laplace, Séries de Fourier, MacLauren e de outros matemáticos falecidos; entre diversas outras.


   Subdivisões da Doença do Curso
  
  • Engenharia de Alimentos : Tentativa mal sucedida de fazer um curso de engenharia química mesclado ao de ciência e tecnologia de alimentos. Os profissionais desse ramo da engenharia insistem em dizer que não sabem fazer leite em pó.
  • Engenharia de Materiais: É dividida em infinitas áreas, que abrangem absolutamente tudo. Mas, para simplificar, costuma ser dividida em três áreas: Metais (Aços e outras coisas que enferrujam. É o campo dos Engenheiros de Materiais homens), Cerâmicas (Privadas, porcelanas e outras coisas que quebram. Campo de Engenheiros de Materiais altruístas, pois trabalham duro pro outros fazerem ****** em cima) e Polímeros. Ou seja, o estudante de Engenharia de Materiais está fadado a ouvir a pergunta: "Mas o que é que você faz?!" e pior, não saber responder!
  • Engenharia Aeronáutica: É uma subdivisão da engenharia onde o grau de loucura atinge o limite, são considerados loucos até pelos alunos das outras engenharias. Ao se formarem irão projetar aqueles aviões que irão cair matando toda a sua família... ou vão direto para o hospício.
  • Engenharia Ambiental: É uma versão light da engenharia que forma os famosos "Engenheiros Jardineiros", que por não serem importantes para nada acabam trabalhando nas mesmas funções que outros tipos de engenheiros pela metade do salário. A peculiaridade dessa área é a existência de indivíduos do sexo feminino.
  • Engenharia Agrícola: Depois de tomar vários paus fazendo n Cálculos e Físicas, eles saem para o mercado de trabalho habilitados apenas a plantar batata, dirigir trator, e projetar estábulos.
  • Engenharia Agrícola e Ambiental: Curso perfeito para os indecisos que não sabem escolher entre jardinagem (Engenharia Ambiental) ou projeto de currais (Engenharia Agrícola).
  • Engenharia Civil: A mais comum das engenharias, tipicamente feita por jovens que não sabem o que querem da vida mas acham que são bons em matemática, depois de formado, oPedreiro Estudado irá trabalhar em projetos super duráveis, como o World Trade Center. É o único curso de engenharia que você ao concluir a graduação ao mesmo tempo já concluiu o mestrado: mestre-de-obras.
  • Engenharia de Produção: Única ENGENHARIA que tentou misturar exatas e humanas mas fracassou terrivelmente, desista dele e vá procurar um curso do sebrae. Os outros engenheiros a consideram como um diploma de administração com CREA, mas no final não serve nem como bom engenheiro (se é que existe algum), nem como bom administrador (porque não existe nenhum).
  • Engenharia Elétrica: Uma das áreas mais difíceis da engenharia, com diciplinas hard mode como eletromagnetismo e sinais e sistemas lineares, cujo objetivo final é ensinar os alunos a descascar fio, emendar fio, soldar fio, fazer gambiarras e gatos ... Os formados nessa área são os responsáveis por todo o nosso péssimo sistema de distribuição de energia, incluindo por aquele pique de luz que queimou seu computador e fez você perder todas as fotos do seu HD. Segundo os engenheiros civis, os engenheiros eletricistas só sobem na vida quando vão trocar lâmpada de poste, o que é totalmente verdade.
  • Engenharia de Energia: Costumam se achar DEUSES por possuirem conhecimentos de engenharia química, mecânica e elétrica. Sempre questionados da existência deste curso, pois a maioria dos ignorante entusiastas acreditam que os que cursam essa área confundem o próprio curso com engenharia elétrica.
  • Engenharia Física: Esse curso quis ensinar física e engenharia ao mesmo tempo e fracassou miseravelmente, desista dele e vá fazer um curso técnico.
  • Engenharia Mecânica: Outra versão extremamente difícil da engenharia, depois de suados anos na faculdade esses fracassados empenhados profissionais terminam suas vidas consertando carros em oficinas e roubando você e sua mãe. Um curso de engenharia que tem gosto de engenharia.
  • Engenharia Mecatrônica: Esse curso quer ensinar engenharia mecânica e engenharia elétrica ao mesmo tempo.Desista e faça outro curso técnico
  • Engenharia Química: Os profissionais dessa área costumam se achar Deuses, apenas por acharem que entendem de engenharia mecânica, elétrica e civil ao mesmo tempo. Acabam com o seu poderoso (ou não) intelecto durante os cinco anos de curso por terem sua mente menosprezada pelos professores. No fim das contas só sabem falar de vazão, balanço de massa, balanço de energia, entropia, fenômenos de transporte e deu pau na minha HP.
  • Engenharia de Petróleo: Outra versão que os estudantes terminam se formando (isso se conseguirem) para nada mais nada menos do que um dia dizer: "Pai, mãe, vovô, sou engenheiro de petróleo da Petrobrás". Terminam a vida na verdade sendo meros peões de profissão, sem estímulo, isso sem falar no grande salário que todos imaginam, mas que na verdade não vale o tempo nem as loucuras que passaram por sua cabeça ao decorrer do curso. Sim futuro maconheiro engenheiro de petróleo, um dia vocês conseguirão perfurar o chão e ver melequinha preta petróleo saindo do buraco.
  • Engenharia de Computação: Supostamente uma versão avançada da Ciência da Computação, incrivelmente os profissionais desse ramo insistem em dizer que não sabem formatar um computador.
  • Engenharia de Telecomunicações: É muito comum avistar os alunos deste curso bradando pelos corredores "Eu faço tele!" enquanto correm babando e com um livro de cálculo ou física debaixo do braço. O apíce da vida de um aluno é conseguir um estágio na Vivo/TIM/Claro/OI para comprar aquele celular de última geração que ele não sabe usar metade das funções. Não há relatos de profissionais dessa área, pois os poucos que não acabam em um manicômio mudam para engenharia de produção ou mecânica.
  • Engenharia Florestal: Os profissionais dessa área calculam com eficiência o tempo que uma árvore leva para atingir o chão, quando tombada (só vejo essa razão para estudarem cálculo). Estudam durante anos para se formarem lenhadores engenheiros do mais alto gabarito, acabam com a mata nativa para que possam fazer o projeto de uma plantação de pinus, esperar anos e vender tudo para alguma grande indústria de papel e celulose.
  • Engenharia de Teleinformática: Trata-se de um curso revelador: quase todos os alunos que não aguentam abandonam o curso descobrem o seu verdadeiro talento em uma área completamente diferente, de administração a estilismo e moda. São cinco (pelo menos sete, na verdade) anos de curso com disciplinas como Eletromagnetismo (1, 2, ..., \infty), Microprocessados, Materias, Sinais e Sistemas, entre outras, que lhe fazem virar noites e noites estudando, programando, fazendo PCB, enrolando fio, fazendo relatório e rezando. Existe uma lenda que diz que os formados nesta área tem grandes oportunidades de emprego, relacionamentos heterossexuais estáveis e salários altos, embora não se conheça ninguém que se formou confirme isto.
  • Engenharia da Pesca: Os alunos deste pseudo-ramo da engenharia estudam 5 anos matérias como: Minhoca I e II, Água Salgada, Água Doce... tudo isso pra no final se formar um Chico Bento e ir pescar o dia inteiro na roça do Nhô Lau.

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Para você, projetista

      Construir, inventar e realizar nunca se tornou tão fácil.   
      Abaixo seguem alguns programas relacionados aos projetos de engenharia e arquitetura. Confira:

   Autocad


   
    O mais conhecido pelos projetistas e popular com o público, o Autocad é um software utilizado principalmente para a elaboração de peças de desenho arquitetônico em 2D e para modelos tridimensionais. Não só o queridinho dos engenheiros civis e arquitetos, ele é também de muita funcionalidade para a engenharia mecânica, engenharia geográfica, engenharia elétrica e design de interiores.




 











   Google Sketchup

      O Google SketchUp é um programa de modelagem 3D projetado para ser mais facilmente em comparação a outros programas CAD. Com ele você pode projetar desde peças como um parafuso até prédios e carros. O SketchUp também fornece integração com o Google Earth, permitindo que você exporte seus modelos para o Google Earth.

Fonte: http://yeahdown.wordpress.com
   Archicad

Fonte: http//piniweb.com.br
       Desenvolvido para facilitar a criação dos projetos e disponibilizar maior precisão e eficiência na operação. O software gera automaticamente cortes, plantas de executivo, listas de componentes, tabelas de esquadrias, renderings (Maquete Eletrônica), animações e cenas de realidade virtual.
      Com os Renderings do ArchiCAD, o projeto poderá ser visualizado de forma real com incidências da insolação, aplicação de materiais reais a serem utilizados na obra, sem perder a forma artística de desenho tipo (croquis).













  






      Sweet Home


      Bem simples de manusear, o sweet home é um software livre para design de interiores que inclui mesmo no plano 2D a visualização dos compartimentos internos e da mobília.