terça-feira, 7 de junho de 2011

Princípios básicos da acessibilidade

      A habitação é um direito à  liberdade e igualdade de utilização de espaço para todas as pessoas. Uma moradia deve erradicar as necessidades do ser humano ao longo de sua vida, desde a total dependência da fase infatil até a idade avançada. 
      O termo habitação inclusiva abrange as limitações como a dificuldade de locomoção e os vários tipos de deficiência. A acessibilidade proporciona a simplicidade e a segurança em vias públicas, equipamentos urbanos, imóveis privados e nas diversas áreas facilitando o seu uso.
      "A compreensão e o respeito à diversidade, enquanto fenômeno inerente à condição humana, deve estimular e viabilizar soluções que construam uma sociedade centrada em todos os indivíduos. Uma sociedade que se transforma em busca da sustentabilidade, com a perspectiva de garantir os direitos de cidadania para pessoas com deficiência." ( Linamara Battistella, secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência).
      Pesquisadores na década de 90, na Universidade da Carolina do Norte (EUA), desenvolveram sete princípios básicos do Desenho Universal que já passaram a ser mundialmente utilizados em diversas obras. Listei-os abaixo:

    1º:  Uso equitativo 
     Aqui incluem-se a privacidade e proteção para todos os usuários, evitar a segregação e propor espaços utilizáveis por usuários com capacidades diferentes.
     
Fonte: Desenho Universal, pág. 15
    

     2º: Uso flexível 
      Permitir que se possa alterar as dimensões do ambiente de acordo com a necessidade do indivíduo e transformar ambientes para cada habilidade do usuário.

Possibilidade do deslocamento da parede para ampliar os ambientes. Pág. 16

     3º: Uso simples e intuitivo 
      Manter uma coerência sobre a expectativa do usuário permitindo fácil apreensão do espaço, afim de que ele possa compreender o que está a sua volta.
Percurso confuso, pág. 17
                                                      

                  
Percurso simples
    4º: Informação de fácil percepção
      Utilização de símbolos, informações sonoras, entre outros para facilitar o acesso de portadores de deficiência e estrangeiros. A importância da assimilação de formas e objetos de comunicação com contraste adequado.

Os pictogramas " homem" e "mulher", com informação em relevo e braille, são conhecidos universalmente  e de fácil compreensão. Pág. 18

     5º: Tolerância ao erro (segurança)
      Focar os riscos de acidente e minimizar considerando a segurança na escolha dos materiais de acabamento, como corrimãos e equipamentos eletromecânicos.
Escadas com corrimão duplo, piso tátil de alerta e faixam contrastam evitando acidentes.
Pág. 19




     6°: Esforço físico mínimo
      Preestabelecer equipamentos para que de uso mais eficiente possível evitando fadigas e minimizar ações repetitivas.

Portador de deficiência física abre a janela com facilidade. Pág. 20



     7º: Dimensionamento de espaços para acesso e uso abrangente 
      Possibilitar alcance visual dos objetos estando os usuários sentados ou em pé. Permitir a utilização do espaço de uma maneira de fácil acesso para todos os diferentes portadores de deficiência de acordo com as atividades.

Cadeirante tem acesso ao compartimento com conforto e segurança. Pág. 21


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Summer Night 2011

     Bom, apesar de não ser tão ligada a construção civil e a engenharia, o Summer Night foi um grande planejamento e execução de uma experiência gratificante em que pude participar e que desejo partilhar com todos vocês.
     O grande evento que reuniu diversas bandas  católicas no Playcenter em São Paulo foi assim denominado Summer Night, que infelizmente de "summer" não tinha nada. 
     Por experiência própria, adorei a oportunidade de poder estar no show  e louvar a Deus as graças em minha vida. "Muito obrigado Senhor, pela oportunidade e derrame sempre suas Bençãos sobre meus leitores. Amém."



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